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Vacheron Constantin Métiers d’Art - Tributo aos Grandes Exploradores
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Vacheron Constantin Métiers d’Art - Tributo a Cristóvão Colombo
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Vacheron Constantin Métiers d’Art - Tributo a Marco Polo
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Vacheron Constantin Métiers d’Art - Tributo aos Grandes Exploradores
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Vista explodida do sistema de indicação do tempo do Calibre 1126AT
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Um dos dois primeiros modelos da coleção de 2004 - dedicado a Zheng Hé
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Um dos dois primeiros modelos da coleção de 2004 - dedicado a Fernão de Magalhães

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Métiers d’Art – Tributo aos Grandes Exploradores

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Quatro anos após a primeira série, a Vacheron Constantin apresenta dois novos modelos, que agora homenageiam Marco Polo e Cristóvão Colombo.

No ano de 2004, quando a Vacheron Constantin inaugurou as séries limitadas de relógios criados em homenagem aos grandes exploradores, a marca de Genebra mostrava uma férrea determinação em garantir a continuidade de um dos seus valores mais apreciados: as tradições artesanais na produção dos relógios de primeira qualidade “métiers d’art” – autênticas peças de artesanato.

A Vacheron Constantin, cuja máxima é a excelência, revela uma vez mais duas genuínas obras de arte, desde o ponto de vista da mecânica como da estética, graças a um mecanismo patenteado, uma original legibilidade e um mostrador realçado mediante uma esmaltagem “a fogo vivo”, uma arte extremamente complexa e de longa tradição. Um êxito digno dos grandes exploradores de séculos passados, os quais, arriscando a vida nas suas constantes viagens por terras e mares, contribuíram para o progresso da Humanidade.


Tributo a Marco Polo e Cristóvão Colombo

Tendo sido os dois primeiros modelos da coleção dedicados ao almirante chinês Zheng Hé, o intrépido explorador da dinastia Ming, e a sua descoberta da Índia e da Oceania, e a Magalhães, descobridor do estreito batizado com o seu nome, a Vacheron Constantin presta tributo a dois dos exploradores mais famosos do mundo, Marco Polo e Cristóvão Colombo.

Estes dois excepcionais relógios, fabricados inteiramente à mão, com paciência e paixão, grande meticulosidade e um desejo de perfeição, estão em perfeita harmonia com o espírito dos “Cabinotiers” de Genebra, de grande valor para os fundadores. A dificuldade extrema em seu trabalho justifica a edição limitada de 60 relógios para cada modelo.

Derivado da emblemática linha “Métiers d’Art”, o exclusivo mecanismo destes modelos requer a presença de dispositivos pouco comuns, incorporados ao excepcional mostrador, onde se representa a incrível viagem destes grandes aventureiros, que partiram em busca do desconhecido. Uma misteriosa viagem, na qual o tempo não se mede, é saboreado como um bem imensamente apreciado. Um legado.


Um mostrador com duas partes diferenciadas, em dois níveis diferentes

A Vacheron Constantin enfrentou o difícil desafio, tanto técnico como estético, de transladar a viagem empreendida pelos maiores exploradores do mundo ao mostrador de um relógio.

O mostrador policromado, esmaltado a fogo vivo, consta de duas partes, uma das quais se sobrepõe parcialmente à outra. A parte superior mostra uma porção do globo terrestre, mediante a reprodução de um mapa histórico relacionado com as proezas levadas a cabo pelo grande explorador. Os 12 números horários deslocam-se sobre uma escala de minutos de 132º, situada na parte inferior do seu mostrador.


Um mecanismo que faz o tempo viajar

No coração do relógio encontra-se um sofisticado mecanismo, patenteado, que desloca ambas as partes do mostrador, graças a uma série de sofisticados dispositivos, unidos mediante cames com a forma da firma da marca, a cruz de Malta.

Coroa pivotante, ponteiros de posicionamento, satélites rotativos que mostram os números: todos estes dispositivos exclusivos desenvolvidos pelos engenheiros da marca garantem uma leitura do tempo completamente original. A roda horária apresenta três ponteiros prolongados mediante um satélite, cada um dos quais tem quatro números horários, que sinalizam a direção determinada por uma came com forma de cruz de Malta. A coroa horária gira de tal forma que alinha o satélite que leva o número horário correspondente com a parte anterior do espaço entre as duas partes do mostrador. A came com forma de cruz de Malta desloca então o número correspondente a este espaço, e a coroa horária faz com que aquele se desloque de esquerda à direita, sobre a escala de minutos da parte inferior do mostrador, exatamente no período de uma hora.

Desta forma, ao ir-se descontando o tempo de forma regular, as horas empreendem uma viagem à extremidade afastada do mostrador superior, encarando a metade inferior, onde o número horário transforma-se numa mão simbólica na qual, à primeira vista, lê-se o número de minutos. A dança horária resultante, cheia de magia, baseia-se numa engenhosa configuração que requereu um considerável investimento em pesquisa e desenvolvimento.

O movimento automático Calibre 1126AT tem espessura de 6,25 mm e diâmetro de 26 mm. Com 36 rubis, bate a uma freqüência de 28.800 alternâncias/hora. A reserva de marcha é de aproximadamente 40 horas.

A caixa dos dois modelos é feita em ouro amarelo de 18 quilates, com 40 mm de diâmetro e 12,21 mm de altura e é estanque a uma pressão de 3 atm, equivalente a 30 metros. A pulseira, em couro de crocodilo marrom, é costurada à mão e possui um fecho dobrável em ouro amarelo de 18 quilates, na forma de meia Cruz de Malta polida.


A arte consagrada da esmaltagem a fogo vivo

A série limitada do “Tributo aos Grandes Exploradores de Métiers d’Art” ocupa lugar de honra na esmaltagem a fogo vivo, uma das tradições artesanais mais antigas e notáveis da Alta Relojoaria.

Esta nobre arte, cultivada ao longo dos anos na Vacheron Constantin, converteu-se em algo tão pouco comum, que somente alguns poucos artesãos dominam os seus segredos, já que se caracteriza por uma extrema complexidade e uma grande delicadeza.

O processo de esmaltagem consiste em ir acrescentando as cores que formam um motivo, ponto a ponto, começando pelos contornos, utilizando um pincel de ponta fina. No caso, a base utilizada é feita de ouro 22 quilates. Cada aplicação desta pasta vítrea colorida requer um trabalho extremamente rigoroso e preciso, antes de introduzir o mostrador durante alguns minutos num forno que atinge temperaturas dentre 700 e 800 °C.

Uma vez esfriado, lixa-se o esmalte suavemente, de tal forma que não se arruíne o efeito. Dado que durante o processo de forneamento as cores podem variar e inclusive o seu tamanho pode reduzir, a perícia e a experiência do artesão esmaltador têm um papel essencial no procedimento, ao final do qual um fundente translúcido ou camada protetora é aplicado ao motivo, previamente ao forneamento final, a 900 ºC, após o qual se realiza o polimento e o abrilhantamento.

Cada aplicação de uma nova cor implica nas mesmas operações, razão pela qual a peça pode chegar a ser introduzida no forno um total de 30 vezes, tornando patente a dificuldade desta arte ancestral, já que a esmaltagem “a fogo vivo”, imprevisível por natureza, pode fazer perder num instante o meticuloso trabalho realizado pelo artista com extrema paciência.

Por ocasiões rebelde, e sistematicamente caprichosa, a esmaltagem requer um processo de esfriamento progressivo em temperatura ambiente, que deverá ser realizada de forma cautelosa, para evitar o aparecimento de tensões que poderiam resultar na “explosão” literal da obra de arte. Um único descuido pode causar um dano irreparável e implicar que o artesão deva começar novamente todo o processo.


O trabalho meticuloso realizado nos mostradores dos modelos “Tributo aos Grandes Exploradores de Métiers d’Art”

Nos mostradores da coleção, as duas partes devem ser esmaltadas ao mesmo tempo, para garantir que combinem perfeitamente: devem aplicar-se as mesmas cores, o mesmo tempo de forneamento e a mesma radiância. A natureza artesanal da tarefa implica que cada mostrador seja uma obra de arte verdadeiramente única.

Todo o sacrifício tem uma recompensa, e para o esmaltador esta é uma criação que literalmente beira a perfeição. Assim, em combinação com a arte relojoeira, este ofício tradicional proporciona a verdadeira medida da sua prodigiosa dimensão. O resultado é ainda mais chocante, dado que a representação geográfica detalhada das rotas pelas quais navegaram os grandes exploradores se vê ressaltada pelas sombras de cores extraordinariamente matizadas, que vão desde o azul pálido dos mares até o ocre alaranjado das terras secas: uma proeza espetacular que transmite a riqueza da meticulosidade com a qual foi realizado.


Marco Polo (1254 – 1324) - A Rota da Seda

Profundamente influenciado pela paixão exploradora do seu pai, um comerciante veneziano que empreendeu viagens para conquistar o mercado asiático, Marco Polo tinha apenas 17 anos quando começou a sua prolongada expedição ao Extremo Oriente, convertendo-se num dos primeiros ocidentais a seguir a famosa Rota da Seda.

Quando acompanhou seu pai e seu tio na busca de especiarias e telas preciosas do Império Médio, Marco Polo não podia imaginar que essa viagem pudesse influenciar de tal forma a maneira com a qual a humanidade entenderia o mundo. Em 1271, a família Polo abandonou Veneza com a missão de abrir uma rota ao Leste para fomentar as perspectivas comerciais. Os exploradores navegaram em direção à Criméia, onde começaram a sua longa peregrinação pela Armênia, Pérsia e Afeganistão, ao longo da Rota da Seda. Na sua viagem em paralelo ao Mar Cáspio, descobriram o deserto de Gobi, para atingir finalmente o limite noroeste da China, após quatro anos de incansável exploração.

Os viajantes tiveram uma audiência com o Imperador Kublai Khan, que naquela altura ostentava o poder supremo sobre todos os territórios mongóis. Neto de Genghis Khan e fundador da dinastia chinesa Yuan, o imperador dos Mongóis convidou os exploradores para se estabelecerem no seu reino, e assim Marco Polo permaneceu ali 16 anos. Nomeado administrador de uma província, recebeu inumeráveis missões, graças às quais o aventureiro veneziano pôde realizar várias viagens ao longo do país, o que lhe permitiu reproduzir um mapa confiável da sua geografia.

Desejosos de voltar à sua terra natal, concedeu-se à família Polo uma licença para abandonar a China, escoltando uma princesa na sua viagem à Pérsia. Uma vez cumprida a sua promessa, atravessaram a Armênia para chegar a Trezibond e, finalmente, via Constantinopla, à Itália, a sua casa.

Haviam estado fora do país 25 anos. Marco Polo descreveu esta fantástica expedição numa obra publicada com o nome Livro das Maravilhas. Esta obra constitui uma descrição histórica e geográfica da Ásia, com uma precisão e exatidão sem comparação naquela época. Posteriormente, todas as observações recolhidas no livro foram confirmadas com as descobertas modernas. Ao longo dos séculos, esta obra inspiraria muitos exploradores no seu desejo de conquistar o mundo, incluído um tal de Cristóvão Colombo...


Cristóvão Colombo (1451 – 1506) - A descoberta da América

Reconhecido como o navegador mais notável de todos os tempos, Cristóvão Colombo é universalmente conhecido pela descoberta da América. E, apesar disso, o explorador mais simbólico da época dos grandes descobrimentos morreu convencido de que tinha desembarcado nas Índias, atingindo assim o objetivo ao qual havia consagrado a sua vida.

Objetivo que se estipulou em 1484, quando o navegador de Gênova empreendeu a tarefa de cruzar o Atlântico para chegar às Índias. Nascido em 1451, Cristóvão Colombo queria chegar a ser um comerciante de lã, igual ao seu pai. Porém, dado que era um grande admirador dos barcos que cruzavam o Mediterrâneo e chegavam ao porto de Gênova, não podia evitar de sonhar com as viagens de navegação para descobrir terras desconhecidas.

O seu sonho fez-se realidade graças aos irmãos Centurioni, os famosos banqueiros da república de Gênova, que viram nele o intrépido marinheiro que estavam a buscar para estender as suas atividades comerciais mais além dos mares. Cristóvão Colombo alcançou logo uma grande destreza na ciência marítima, interessando-se de forma apaixonada pela cartografia e pela cosmografia. Nas suas longas viagens por alto mar, estudou o trabalho de Ptolomeu, que lhe convenceu da natureza esférica da Terra e dos seus mares.

O navegador considerou firmemente que devia haver uma massa de terra ao oeste, pois, como se podia explicar o estranho fenômeno das marés? Além disso, baseando-se na suas habilidades dedutivas, Colombo convenceu-se de que devia existir uma rota que atravessasse o Atlântico e conduzisse às Índias.

A partir de então, para o explorador não existiu nada de maior importância que esta famosa rota, que o levaria às terras prometidas dos Índios. Após ter convencido a Rainha Isabel e o Rei Fernando da Espanha para que financiassem a sua expedição, o aventureiro reuniu uma tripulação e iniciou em 1492 a sua viagem através do Atlântico. Já na condição de almirante, prometeu à sua tripulação que chegariam a terra no prazo de um mês; sessenta dias depois, ainda continuavam a navegar, sem terra à vista, até a famosa noite de 11 a 12 de Outubro de 1492, quando um dos marinheiros lançou o canhão largamente esperado.

O resto é história. Cristóvão Colombo desembarcou numa ilha tropical coberta de vegetação exuberante e cercada de praias de areia branca, que descansava entre águas azul turquesa.

Assombrou-lhe descobrir a pele morena dos habitantes deste novo mundo, ao qual batizou como San Salvador, pensando que finalmente havia alcançado as Índias, quando na realidade estava no coração das Bahamas.

Depois desta viagem, ocorreram muitas outras, que conduziram à descoberta de novas terras – Santo Domingo, as baixas Antilhas, Cuba, Honduras e Panamá. Convencido de que realmente tinha descoberto parte das Índias, o almirante nunca foi consciente de que se tratava de um novo continente: o Novo Mundo. Morreu na Espanha, em 1504, acreditando ainda nesta mentira, abandonado à sorte e privado de qualquer glória. Alguns anos depois, o Novo Mundo foi rebatizado de Americi Terra: América.
 
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